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Incaper recebe novos servidores e investimentos para gestão do Geobases

13/08/2013 - 11h19min


Incaper
Samuel, Fernando, João Marcos e Fabíola (à esq.) são os novos integrantes da equipe do Geobases. À direita, Enio Bergoli, Evair Vieira de Melo e Leandro Feitoza.

O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) acaba de se consolidar como o órgão de Ciência e Tecnologia gestor do Sistema Integrado de Bases Geoespaciais do Estado do Espírito Santo (Geobases). Uma equipe formada por quatro profissionais da área de geoprocessamento acaba de ser contratada, por meio de concurso público, para atuar em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) na Unidade Central de Gestão do Geobases, gerenciada pelo Incaper.

“Essa foi a medida mais importante para a continuidade do projeto que possui grande dimensão e interação multiinstitucional e multidisciplinar. Havia necessidade de nomeação de profissionais efetivos em SIG desde que a gestão do Sistema foi para o Incaper, em junho de 2010. Os quatro profissionais contratados foram Fernando Soares de Oliveira, João Marcos Augusto Chipolesch, Samuel Martins da Costa Coura e Fabíola Angela Ferrari. Atualmente, o Geobases é integrado e apoiado por 110 instituições”, informou o coordenador técnico do Geobases, Leandro Feitoza.

Ele reiterou que essa medida revela o apoio de autoridades públicas do Governo do Espírito Santo para o Geobases. “Devemos prestar os devidos agradecimentos ao governador José Renato Casagrande e seu vice, que sob a interveniência do secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli da Costa possibilitaram a continuidade do Geobases, sistema já em pleno uso no Estado”, afirmou Leandro.

O diretor-presidente do Incaper e secretário executivo do Geobases, Evair Vieira de Melo, e o diretor técnico, Aureliano Nogueira da Costa, destacam que o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Robson Leite, o secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos, Aminthas Loureiro Júnior e o secretário de Estado do Governo, Tyago Hoffman, tiveram papel fundamental nesta atual fase de fortalecimento deste Sistema.


Novos investimentos

Além da contratação de profissionais, novos investimentos estão sendo feitos no Geobases. Por ser um projeto de muita tecnologia e que suscita diversas solicitações de desenvolvimento de facilidades para uso do sistema por parte de seus usuários, após a fase de implementação concluída em meados deste ano, o Geobases passou a depender de apoio constante para a sua evolução tecnológica. “Nesse sentido, o Estado, por meio do Incaper, disponibilizou recursos para a contratação de serviços para a manutenção corretiva e evolutiva do Sistema. O termo de referência está em discussão para que esse assunto entre em operação já este ano”, afirmou Leandro.


Outra medida importante de investimento no Geobases é o apoio que ele recebe do próprio poder público para armanezamento de sua base de dados no Data Center do Estado, operado sob a gestão do Prodest. “Hoje, por exemplo, o Estado, sob a coordenação do Iema, está fazendo um novo voo aerofotogramétrico cobrindo todo o território capixaba, o que vai gerar vários subprodutos que serão incorporados ao Geobases. Para o melhor aproveitamento desse serviço de interesse geral, o Sistema dependia de ampliação na capacidade de armazenamento para abrigar esse novo volume de dados, o que foi solucionado pelo diretor-presidente do Prodest, Victor Murad, com base em convênio já existente com o Incaper”, explicou Leandro.


Evolução do Geobases

O Geobases facilita a prática da cooperação mútua no compartilhamento e padronização de informações geoespaciais de múltiplo uso e difunde o uso de Sistema de Informações Geográficas (SIG) na gestão pública estadual. Esse sistema tem agilizado o uso, acesso e junção de dados, além de reduzir esforços na produção e sistematização de informações, bem como no gasto, tempo e risco com deslocamento de técnicos ou de equipes do setor público.

Esse sistema permite, por interfaces personalizadas, que diferentes profissionais executem, em conjunto e online, trabalhos que envolvam geoespacialização de informações numa forma inédita e nunca antes exercitada na gestão pública deste Estado.

O Geobases evoluiu até o momento, passando por dois grandes estágios. O primeiro deles foi a construção de uma base de dados geoespaciais com mais de 400 camadas de informações, tais como localização de escolas, limites municipais, estradas, rios e energia elétrica e outras, de uma forma contínua, cobrindo todo o Estado. O segundo foi a sua disponibilização, via web, para que o sistema possa ser utilizado online pela sociedade. Atualmente, muitos órgãos do governo já se utilizam do Geobases para executar seus trabalhos e também para disponibilizar ao público em geral os novos dados que foram produzidos por meio dele.

Ao atingir esse estágio, cada cidadão passou a ter a capacidade de, por meio do Geobases, se tornar autor de dados geográficos. “Uma vez atingida essa capacidade, estamos diante da possibilidade de partir para um novo estágio, que é a viabilidade de concretizar cadastros de unidades em nível de propriedades e de aprimorar online o endereçamento postal rural e urbano por geocolaboração entre instituições, tais como Incaper, Idaf, Correios (ECT/ES), Polícia Militar e Prefeituras que possuem rede de servidores distribuídos por todo Estado”, informou Leandro.

Ele também disse que as informações cadastrais referentes à localização de propriedades e endereçamento postal colocarão o Espírito Santo numa posição de vanguarda nesta atividade no país e, como conseqüência, representarão mais um passo na evolução da organização de informações geoespaciais territoriais do Estado do Espírito Santo.

Para dar celeridade à expansão desses trabalhos de ordem cadastral e endereçamento, é necessária a formação, com o apoio do Estado, de um grupo de profissionais exclusivos para serem multiplicadores desse serviço de evolução organizativa nas informações geoespaciais. “Uma soma de esforços das autoridades do Estado focada como estudo piloto de utilidade para todo o país no tocante ao georreferenciamento do cadastro e endereçamento postal, teria um grande impacto positivo na evolução organizacional da sociedade capixaba de modo geral e em especial na inclusão e acompanhamento dos que se localizam distantes de qualquer estrutura estatal”, disse Leandro.

No caso do Cadastro Único que visa a reunir informações obtidas pelas prefeituras dos mais de 5,5 mil municípios do país e com a responsabilidade de localizar as pessoas que se encontrem na classe de extrema pobreza, o preenchimento e armazenamento de seus dados no Estado poderá ser facilitado por esse sistema aqui existente que permite a carga online dos dados de inclusão das famílias em seu banco de dados geoespaciais e numa organização tal que possibilita o acompanhamento posterior de cada uma delas. A Diretoria Regional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT/ES) é uma grande conhecedora do assunto endereçamento postal no Estado e o Geobases configura-se em um ambiente propício para a realização desses serviços de geocolaboração e disponibilização de dados para o grande público.


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