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CRÉDITO RURAL
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       Principais Ações
  • Estabelecer linhas de crédito, segundo as especificidades de cadeia produtiva do agronegócio;
  • Criar mecanismos de garantia de crédito, com o objetivo de viabilizar a aplicação dos créditos de custeio e investimento;
  • Desenvolver campanhas de intensificação de aplicação de crédito de investimento;
  • Firmar parcerias com os diversos atores para garantir apoio e força política para ampliar os recursos financeiros para crédito rural no Estado;
  • Agilizar a concessão de crédito rural para custeio, via orçamento pré-estabelecido, conforme as normas do Banco Central;
  • Renegociar dívidas pendentes dos agropecuaristas;
  • Padronizar os formulários entre os agentes financeiros e simplificá-los para a agricultura familiar;
  • Ampliar e aprofundar os treinamentos para capacitação de técnicos que operam com crédito rural;
  • Inserir, nos cursos que estão sendo realizados sobre crédito rural, treinamento relativo à Declaração de Aptidão ao Crédito – DAP;
  • Ampliar a constituição de fundos garantidores visando aumentar a liquidez e reduzir os riscos das aplicações;
  • Realizar gestões junto aos cartórios no sentido de agilizar e reduzir os custos dos serviços cartorários;
  • Estimular o crédito solidário, principalmente entre os agricultores familiares;
  • Substituir, gradativamente, a exigência de alienação fiduciária por outras formas de garantia;
  • Revitalizar a Câmara Técnica de Crédito Rural no Estado, com reuniões periódicas;
  • Desenvolver encontros e reuniões microrregionais, envolvendo agentes financeiros, Secretaria Executiva Estadual do PRONAF, INCAPER, Movimento Sindical e ONG´s, para um estreitamento de parceria e maior integração entre os parceiros;
  • Intensificar no Estado a aplicação de crédito para as agroindústrias, de forma a financiar as pequenas e médias agroindústrias no Estado e o surgimento de outras;
  • Divulgar para os agricultores e suas representações o Fundo Constitucional do Nordeste/FNE e suas aplicações na área agropecuária e agroindustrial;
  • Criar um sistema de informações para uso dos Agentes Financeiros;
  • Incluir os bancos privados nos programas de crédito rural;
  • Implantar mais agências do BNB no Estado;
  • Ampliar as aplicações em investimentos pelo Banco do Brasil;
  • Ampliar as aplicações em custeio pelo BNB;
  • Realizar estudos para aplicação do seguro agrícola, especialmente no setor pesqueiro;
  • Estudar os resultados dos fundos de aval já existentes;
  • Aceitar carta de aptidão emitida pelos sindicatos vinculados à Faes para enquadramento no Pronaf dos proprietários com área entre 2 a 4 módulos fiscais;
  • Os registros dos contratos devem ser feitos de acordo com o valor do financiamento e não do imóvel dado como garantia;
  • Os bancos devem privilegiar projetos técnicos integrados com assistência técnica, visto que a liberação de crédito diretamente, sem projeto técnico e sem assistência, acarreta riscos para as transações;
  • Simplificar as exigências da Agência Nacional de Águas para o licenciamento ambiental com vistas à aquisição de equipamentos para irrigação;
  • A política nacional de crédito está focalizada na produção de grãos, o que praticamente exclui o Estado do Espírito Santo. Para o Estado deveria haver uma política voltada para culturas permanentes, incluindo a silvicultura, a infra-estrutura rural e a pecuária.